AS RAZÕES PELAS QUAIS BEBO VINHO
Eis algumas das razões:
- é um detox autêntico, um sumo rico em antioxidantes (principalmente o vinho tinto). O revesratrol é o vedeta dentro dos compostos fenólicos;
- possui um efeito anticancerígeno;
- diminui o colesterol;
- diminui o risco de doenças cardiovasculares como enfartes, tromboses e AVC's;
- ajuda a controlar a pressão arterial;
- diminui o risco de aterosclerose;
- previne a diabetes;
- ajuda o sistema imunológico;
- evita os efeitos negativos do sedentarismo e melhora o desempenho físico;
...
Estava a gozar.
Eu bebo vinho porque gosto.
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A foto não é da minha autoria mas a opinião é aqui da própria.
Ai, a Bairrada nunca me enganou!
Aliás, só me tem vindo a surpreender.
As Caves do Solar de São Domingos são obrigatórias de visitar!
O programa é giríssimo e o acolhimento é fantástico!
E melhor de tudo, é que estas caves são mães de grandes sumos de uva especiais.
Desta vez, dou a conhecer um Bairrada DOC - Volúpia 2014 branco.
Segundo sei, esteve esgotado desde Setembro de 2014 e chegou novamente ao mercado! O preço é muito apetecível (ronda os 4€) mas o sabor supera.
Com as castas Maria Gomes, Sauvignon Blanc e Chardonnay e bem fresco (8ºC-10ºC, tenho a certeza que este suco rico em antioxidantes só vos vai trazer felicidade!
O aroma é intenso, muito tropical e floral.
É um vinho de chapéu, com carácter.
Juntem este senhor com um grupo de amigos e uns petiscos e logo me dizem!
Fica a dica para várias tardes de calor.
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Uma sexta-feira santa pede um santo vinho!
O Anta da Serra, da Adega de Redondo, convidou-me a acompanhar um peixe no forno.
DOC de 2013, deixa uma lágrima suave no copo e tem um cheiro maravilhoso. É curioso como se sente a vagem de baunilha e o aroma dos frutos vermelhos. A culpa é em grande parte devida às castas Aragonez, Alicante Bouschet e Syrah.
Nesta dança de odores e sabores, a cor sobressai também... Um vermelho rosado escuro. É atraente, intenso.
Adoro quando o tinto consegue abraçar o peixe.
Nestes dias de calor abafado, coloco-o 5 minutos antes de o servir no frigorífico. Fica com um sabor intenso mas fresco ao mesmo tempo, o que condiz muito bem com o peixe e as suas verduras!
O Lady Wine Blog não é para gostos formatados.
Sejam críticos, meus amigos.
“Olá, seja bem-vindo!”, disse-lhe eu.
Sempre tive muitos valores.
As castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca fazem dele um vinho complexo. Cheirou-me a frutos silvestres numa calda apimentada e um q.b. de canela. Na boca, aparece de forma fresca e intensa e o sabor perdura por algum tempo.
Gosto destes vinhos para acompanhar estes almoços prolongados e de comida de forno!
Sei que ele nos fez rir e recordar tempos antigos. Rimo-nos uns dos outros e uns para os outros e ainda aprendi costumes e tradições de quem já não está por cá.
Após o almoço, o Duas Quintas explicou-me a razão do seu nome. A mãe é a Quinta de Ervamoira, que lhe confere toda a doçura e intensidade de sabor; já o pai é o Quinta dos Bons Ares, que lhe deu frescura e fulgor.
Conheci minutos antes o primo, o branco.
Também lhe falei bem mas não simpatizei tanto.
O branco era bastante frutado em termos de sabor, o que veio comprovar o alerta do meu olfacto. Avisou-me logo que tinha um cheiro floral e de citrinos.
Já o "Duas Quintas" tinto de 2012… que apareça mais vezes!
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Parecia que se tinha vestido para uma gala. Escolheu uma garrafa borgonha para ir à mesa e por lá desfilou.
A primeira impressão que tive foi de um gabarola.
A família contemplava-o e a curiosidade surgiu de mansinho…
Rapidamente matamo-la.
Comecei por lhe tirar a rolha e cheirei-a. Um “Eh lá” prolongado ouviu-se por toda a sala.
Adoro o cheiro a barricas e a frutos silvestres bem acentuados! Em pormenor, destaco também um subtil toque a pimentas.
Desconfiei que tinha combinado previamente encontrar-se com o tempero do borrego. Que maravilhosa combinação!
DOC de 2011, nascido no Dão, para além de se vestir de forma imponente, este sujeito tinha uma cor rubi e cintilante fantástica.
O sabor? O sabor explica muita coisa. Tem um travo ácido bem controlado e uma intensidade de sabor que sacia facilmente o paladar de quem anseia um bom vinho.
“Uma pomada!”, como diria o meu avô João Tomé.
O sabor? O sabor explica muita coisa. Tem um travo ácido bem controlado e uma intensidade de sabor que sacia facilmente o paladar de quem anseia um bom vinho.
“Uma pomada!”, como diria o meu avô João Tomé.
Este sujeito é muita fruta. Mas só para algumas festas.
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A mesa estava rodeada de boa gente e o "Duas Quintas" apareceu para nos acompanhar durante o almoço de Páscoa.
“Olá, seja bem-vindo!”, disse-lhe eu.
Sempre tive muitos valores.
As castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca fazem dele um vinho complexo. Cheirou-me a frutos silvestres numa calda apimentada e um q.b. de canela. Na boca, aparece de forma fresca e intensa e o sabor perdura por algum tempo.
Gosto destes vinhos para acompanhar estes almoços prolongados e de comida de forno!
Sei que ele nos fez rir e recordar tempos antigos. Rimo-nos uns dos outros e uns para os outros e ainda aprendi costumes e tradições de quem já não está por cá.
Após o almoço, o Duas Quintas explicou-me a razão do seu nome. A mãe é a Quinta de Ervamoira, que lhe confere toda a doçura e intensidade de sabor; já o pai é o Quinta dos Bons Ares, que lhe deu frescura e fulgor.
Conheci minutos antes o primo, o branco.
Também lhe falei bem mas não simpatizei tanto.
O branco era bastante frutado em termos de sabor, o que veio comprovar o alerta do meu olfacto. Avisou-me logo que tinha um cheiro floral e de citrinos.
Já o "Duas Quintas" tinto de 2012… que apareça mais vezes!





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