Parecia
que se tinha vestido para uma gala. Escolheu uma garrafa borgonha para ir à
mesa e por lá desfilou.
A
primeira impressão que tive foi de um gabarola.
A
família contemplava-o e a curiosidade surgiu de mansinho…
Rapidamente
matamo-la.
Comecei
por lhe tirar a rolha e cheirei-a. Um “Eh lá” prolongado ouviu-se por toda a
sala.
Adoro o
cheiro a barricas e a frutos silvestres bem acentuados! Em pormenor, destaco
também um subtil toque a pimentas.
Desconfiei
que tinha combinado previamente encontrar-se com o tempero do borrego. Que
maravilhosa combinação!
DOC de
2011, nascido no Dão, para além de se vestir de forma imponente, este sujeito
tinha uma cor rubi e cintilante fantástica.
O sabor? O sabor explica muita coisa. Tem um travo ácido bem controlado e uma intensidade de sabor que sacia facilmente o paladar de quem anseia um bom vinho.
“Uma pomada!”, como diria o meu avô João Tomé.
O sabor? O sabor explica muita coisa. Tem um travo ácido bem controlado e uma intensidade de sabor que sacia facilmente o paladar de quem anseia um bom vinho.
“Uma pomada!”, como diria o meu avô João Tomé.
Este
sujeito é muita fruta. Mas só para algumas festas.

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